terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Melodies & Desires - Lykke Li

Follow these instructions
Do exactly as I do
Lean your shoulders forward
Let your hands slide over to my side
Move your body closer
Let your heart meet mine
Love is the harmony
Desire is the key
Love is the melody
Now sing it with me
Come a little closer
Take a look at me
This light is so obvious
I want you to see
Come a little closer
Look me in the eye
Then repeat with me one more time
You'll be the rythm and
I'll be the beat
You'll be the rythm and
I'll be the beat
Then I'll be the rythm and you'll be the beat
And love, the shoreline, where you and I meet
Love is the harmony
Desire is the key
Love is a symphony
Come sing some with me

Dor de cabeça ou cabeça com dor?

A dor começa por vir de mansinho... despercebida e confundida na metade das sensações a que damos nome. Tudo o que vem atrás no linha férrea só pode ser bom na ausência da palavra.
Agora sim se conhece a ressaca do cansaço, aquela coisa que não sai do corpo, que cola e rara vez desgruda no tempo certo. Insiste. É insistente. Chega mesmo a insistir ao ponto de fazer ruir a pirâmide da (pa)ciência que acompanha o tempo de mãos dadas.
Duas palavras: Centro Litoral... apenas por falta de ciência com ou sem "pa", com ou sem "ologia".
20h51, alguns litros de chá, lençol e cobertor antes (nunca depois), aqui vou eu, a correr atrás dos olhos fechados.
Paris bem podia estar s'enflaming que eles dali não não fugiam. Prendas! Prendas! Prendas! Crianças? Quais Crianças? Mais um copo de espumante a 12€ e uns quantos rissóis perdidos nos bolsos de jaquetas e saias com cheiro a mofo(logia).
- É dia de Festa.
- Quais crianças?

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Tudo começa com um Ai...

Nada melhor para motivar uma aventura que a pantomina, o caos, a incerteza. Ver o que se sente, pensar o que não se disse quando estávamos lá, ausentes de figura, presentes no dizer.
Ai...
Lançam-se as pedras ao ar, a suspirar por um chão que as suporte e que um dia não se rasgue a vontade de continuar.
Foi um episódio triste, uma acção desarmada de tudo quanto são armaduras de algodão, o doce e leve paladar de uma palavra que ficou por gritar.
Olha, foram letras vomitadas em amarelo, cor do triste real que os envolve ao virar a página as páginas de um livro passado a limpo.
Tudo tão certo, tudo tão fácil, tudo tão vomitado.
Ai... (para não dizer "enfim...")